

Já teve a impressão (ou até a constatação) de não ter feito a escolha certa, de que deveria ter ido por outro caminho, ou ter pensado melhor, ou quem sabe nunca ter agido dessa forma, isso acontece numa freqüência assustadora em nossas vidas, não por que somos incapazes de escolher, mas talvez por desconhecermos o que realmente queremos.
Na velocidade que corre nossas vidas, nem sempre temos tempo para avaliar nossas escolhas, e, optar por qualquer um, por um mais ou menos, ou até pelo “menos pior”, numa premissa grosseira, torna-se cada vez mais latente, e assim, escolhemos para nós o colégio “menos pior”, qualquer lugar, um relacionamento mais ou menos, apenas para tapar apenas o buraco que a solidão causou, e por aí vai...
Quando agimos assim, na pressa, sem examinar a real importância do que somos e de nossas necessidades, perdemos o direito de cobrar de nós mesmos os resultados que queríamos, e conseqüentemente temos menos direito ainda de cobrar de nossos escolhidos, pois foram eleitos na base do mais ou menos.
O sofrimento nesse caso começa quando nos damos conta de que não nos cabe cobrar de nossas escolhas aquilo que não foi uma regra inicialmente, o que não foi valorizado como uma característica primordial, e agora cobramos o rendimento que ela nunca será capaz de nos retribuir, não em sua existência, não por ser ruim, mas por não ser a melhor escolha dentro da visão e das perspectivas de quem escolheu, ou seja, essa escolha serve perfeitamente para outras pessoas, não para nós, e assim ocupamos um espaço que não é nosso no caminho dessa escolha, e talvez tenhamos ocupado a última vaga aberta, com certeza outro alguém em nosso lugar seria muito mais feliz, mas não tem a chance de fazer essa escolha, pois está ocupada por alguém que apenas cobra.
Na velocidade que corre nossas vidas, nem sempre temos tempo para avaliar nossas escolhas, e, optar por qualquer um, por um mais ou menos, ou até pelo “menos pior”, numa premissa grosseira, torna-se cada vez mais latente, e assim, escolhemos para nós o colégio “menos pior”, qualquer lugar, um relacionamento mais ou menos, apenas para tapar apenas o buraco que a solidão causou, e por aí vai...
Quando agimos assim, na pressa, sem examinar a real importância do que somos e de nossas necessidades, perdemos o direito de cobrar de nós mesmos os resultados que queríamos, e conseqüentemente temos menos direito ainda de cobrar de nossos escolhidos, pois foram eleitos na base do mais ou menos.
O sofrimento nesse caso começa quando nos damos conta de que não nos cabe cobrar de nossas escolhas aquilo que não foi uma regra inicialmente, o que não foi valorizado como uma característica primordial, e agora cobramos o rendimento que ela nunca será capaz de nos retribuir, não em sua existência, não por ser ruim, mas por não ser a melhor escolha dentro da visão e das perspectivas de quem escolheu, ou seja, essa escolha serve perfeitamente para outras pessoas, não para nós, e assim ocupamos um espaço que não é nosso no caminho dessa escolha, e talvez tenhamos ocupado a última vaga aberta, com certeza outro alguém em nosso lugar seria muito mais feliz, mas não tem a chance de fazer essa escolha, pois está ocupada por alguém que apenas cobra.






















































































0 Recadinhos:
Postar um comentário